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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Barco Maanaim Vale do Guaporé Francisco Ferreira da Costa Neto. Cachorra capturada na temporada 2011

Como era de se esperar a temporada 2011 no novo roteiro de pesca do Barco Maanaim em Porto Rolim , esta sendo um sucesso, tanto na quantidade como na diversidade de espécies esportivas capturadas, abaixo foto de uma bonita cachorra com mais de 10 kg fisgada com isca de meia água. 
Barco Maanaim Guaporé Francisco F. da Costa Neto. Cachorra na meia água.
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sábado, 25 de junho de 2011

Barco Hotel Maanaim Rio Guaporé muito Tambaqui no novo Roteiro em Porto Rolim.


Tambaquis fizeram a alegria dos pescadores na quarta viagem da temporada 2011 que começou em maio no novo roteiro de pesca do Barco Maanaim na região de Porto Rolim.
Todos os componentes do grupo tiveram a oportunidade de fisgarem seu Tambaqui, não foi diferente comigo, no pouco tempo que tive para pescar no segundo dia de pescaria capturei tres bons exemplares que depois de fotografados, foram devolvidos ao rio para continuar a dar prazer aos amentes da pesca esportiva.
Francisco Ferreira da Costa Neto. -  Tambaqui
Francisco Ferreira da Costa Neto. - Tambaqui

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Muita Pirarara na temporada 2011 no novo roteiro do Barco Maanaim em Porto Rolim no Rio Guaporé.


Como era de se esperar o novo roteiro de pesca do Barco Maanaim na região de Porto Rolim no médio Rio Guaporé começou com tudo.

Nas duas primeiras viagens do ano, os peixes pesados da região deixou muito pescador atônito, tamanha foi a quantidade de linhas que se romperam nessas duas pescarias, foram capturados varios e bons peixes como Pirararas, Capararis, Tambaquis entre outros.
Estamos apenas iniciando a temporada que vai até Novembro e que está prometendo muita emoção aos amantes da pesca esportiva que estarão a bordo conosco nesta temporada.

Abaixo algumas fotos de uma das Pirararas Capturadas por mim semana passada.

Francisco Ferreira da Costa Neto. Barcos Maanaim                                

  Francisco Ferreira da Costa Neto. Barcos Maanaim               

Francisco Ferreira da Costa Neto. Barcos Maanaim.   

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domingo, 27 de março de 2011

Francisco Ferreira da Costa Neto peixe Apapa Barcos Maanaim Rio Guaporé RO.


Francisco Ferreira da Costa Neto-BARCO MAANAIM-Peixe Apapa Rio Guaporé RO.
Comumente chamado de Apapá, Sardinhão, Dourada/Herring, Pellona castelnaeana é um peixe de escamas, corpo comprimido com cabeça e boca (ligeiramente voltada para cima) relativamente pequenas. Região pré-ventral serrilhada, nadadeira adiposa e linha lateral, geralmente, ausentes.
Da família da sardinha (Pristigasteridae), a maioria das espécies desta família é de origem marinha e estuarina. As espécies de água doce são peixes pelágicos (superfície e meia água), ocorrendo em rios, lagos e matas inundadas. Pequenos cardumes de apapá são comuns em corredeiras.
No Brasil existem duas espécies que apresentam essas características e também a mesma denominação popular(Apapá), é o caso do Pellona castelnaeana (Apapá-amarelo) já sitado anteriormente e o P. flavipinnis (Apapá-branco). As duas espécies se diferenciam facilmente pela coloração amarelada do apapá-amarelo e prateada do apapá-branco, ambos com o dorso escuro. O apapá-amarelo atinge mais de 60cm de comprimento total, enquanto o apapá-branco é um pouco menor, chegando a 50cm.
As duas espécies podem ser encontradas juntas, sendo que o apapá-amarelo é mais comum e devido seu maior tamanho, mais esportivo e procurado. Esses peixes são encontrados nas Bacias amazônica e Araguaia -Tocantins (Pellona castelnaeana e P. flavipinnis) e Prata (P. flavipinnis).
Alimentam-se de pequenos peixes na superfície da água, durante as horas crepusculares. O apapá é considerado um peixe de 2ª classe, não sendo importante nas capturas comerciais, mas devido a seus espetaculares saltos após fisgados, proporcionam emoções ímpares a pescadores amadores e esportivos.
apapa_gd.jpg
O equipamento utilizado em suas pescarias é o de tamanho médio, e varas de ação rápida são os mais indicados para se fisgar esses peixes. Linhas de 10 a 12 lb com anzóis pequenos.
Podem ser capturados com iscas naturais, peixes pequenos ou em pedaços iscados sem chumbo, e artificiais como plugs de superfície e meia água, pequenas colheres e spinners.
As iscas devem ser trabalhadas bem na superfície da água. O pescador precisa ter muita atenção, porque, quando fisgados, esses peixes costumam saltar fora d’água, escapando com facilidade.
Francisco Ferreira da Costa Neto.
Barcos Maanaim Pesca Esportiva na Amazonia.
barcomaanaim@uol.com.br
Fone (69) 8131 3670


quarta-feira, 15 de abril de 2009

Tambaqui 38Kg Rio Guaporé Barcos Maanaim-Francisco Ferreira da Costa Neto



Tambaqui Colossoma macropomum Família Characidae Natural da Bacia amazônica.

Peixe de escamas; corpo romboidal; nadadeira adiposa curta com raios na extremidade; dentes molariformes e rastros branquiais longos e numerosos. A coloração geralmente é parda na metade superior e preta na metade inferior do corpo, mas pode variar para mais clara ou mais escura dependendo da cor da água. Os alevinos são cinza claro com manchas escuras espalhadas na metade superior do corpo. O tambaqui alcança cerca de 90cm a 1.10 mts. de comprimento total. Antigamente eram capturados exemplares com até 55kg. Hoje, por causa da sobrepesca, praticamente não existem indivíduos desse porte mas os maiores ainda encontrados no Rio Guaporé RO .
Espécie migradora, realiza migrações reprodutivas, tróficas e de dispersão. Durante a época de cheia entra na mata inundada, onde se alimenta de frutos/sementes. Durante a seca, os indivíduos jovens ficam nos lagos de várzea onde se alimentam de zooplâncton e os adultos migram para os rios para desovar. Nessa época, se alimentam muito pouco, vivendo da gordura que acumularam durante a época cheia moram sempre nos mesmos poços, sua captura requer muita técnica, encontrado em vários pesqueiros no Rio Guaporé . É uma das espécies esportiva mais importantes da Amazônia.
Os equipamentos mais recomendados para pescalo são do tipo médio/pesado, e pesado para os grandes exemplares. As linhas devem ser de 17, 20, 25 , 30 e até 80 lb. Deve-se usar empates curtos, por causa dos dentes e da boca pequena do tambaqui. Os anzóis devem variar do n° 2/0 a 8/0 .
As iscas devem ser frutos da região, as preferidas pela espécie, e minhocuçu.
A pesca com anzol é mais fácil quando o peixe está batendo. A isca de minhocuçu, por exemplo, deve ser arremessada na batida do peixe.
Recorde IGFA
28,5kg/62lb 13 oz o exemplar acima pesou 38 Kg.
barcomaanaim@uol.com.br     barco_maanaim@hotmail.com